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"Interessantes dicas sobre Percussão Libanesa e outros temas"

 

Específicações sobre peles para Derbake (Vitor Abud Hiar). NOVO !!

 Devido ao sucesso das peles com a  assinatura Abudrum e, também, à grande variedade de modelos que disponibilizamos no mercado, resolvi tecer alguns breves comentários para servir de base ou orientação a todos aqueles que desejarem saber um pouco mais sobre o tema.

Digo sempre que a pele é, sem dúvida alguma, um dos elementos primários à obtenção de uma boa ou excelente sonoridade percussiva. O que poucos sabem, creio eu, é que cada pele, na verdade, possui uma característica especíal dependendo da tecnologia empregada na sua confecção, e é por essa razão que, neste texto explicativo, procurarei elucidar algumas  dúvidas que possam surgir no momento de aquisição do produto em questão.

Assim,  a questão primórdial é: Qual a melhor pele ? Bem, tradicionalmente falando, as peles naturais (cabra ou peixe) são as que possuem melhor vibração e sonoridade, contudo, mais frágeis, possuem durabilidade menor que as sintéticas, além de sofrerem interferência de umidade do ar. Assim, apesar de excelentes, exigem cuidados especiais por parte do percussionista.

É certo, contudo, que, com o passar dos anos, experts na produção de peles sintéticas, através do uso de matérias-primas Dupont ( melhores do mundo) tem desenvolvido películas sempre melhores, aproximando-se cada vez mais da vibração e sonoridade da pele natural. 

As principais peles atualmente no mercado são: Simples, Coated ou Porosas, Filme Duplo e as Hidráulicas.  Explicaremos, agora, cada uma delas:

Simples: São conhecidas como monofilmes, ou seja, possuem apenas um único filme na sua estrutura.

Filme Duplo: Como o próprio nome elucida, possuem duas camadas de filmes em sua estrutura (ideal para uso em bateria).

Coated ou Porosas: São monofilmes que recebem um tratamento especial sobre a película, tornando-a mais áspera ou com porosidade.

Hidráulicas: São peles de filme duplo, contendo entre as camadas um líquido especial que altera a vibração entre elas (ideal para uso em bateria).

 As melhores peles para Derbake, hoje, são as industriais, feitas em aro de alumínio profissional (leve e antioxidante). É importante destacar que as indústrias brasileiras são consideradas as melhores do mundo na produção dessas películas. Graças a uma parceria com uma das maiores indústrias de peles para percussão do Brasil, lançamos a maior coleção de peles para Derbakes do mundo, isto, para melhor atender as necessidades do instrumentista.

Falarei, agora, de cada pele em particular, apontando suscitamente suas principais características sonoras,

1- VAH Standard Series - Pele em Azul Translúcido:

 As peles em azul translúcido são consideradas modelo padrão, ou seja, a base no advento de outras peles mais sofisticadas. São feitas em nylon especial, possuindo boa sonoridade e durabilidade.

2- VAH Cristal Series - Pele Transparente Cristal:

 Trata-se de uma versão aprimorada do modelo Azul Translúcido. Construídas em puro poliéster, tem como características básicas a alta resistência e produção de agudos bem delineados. Sua sonodidade pende do agudo ao médio-agudo.

3- VAH White Series - Pele Leitosa:

As peles leitosas muito se assemelham às peles com transparência cristal. Construídas em políester branco translúcido, possuem excelente durabilidade. Sua sonoridade pende do médio-agudo ao médio-grave.

4- VAH Black Series - Pele Preta (Pigmentada):

 São peles especiais contruídas em 3 camadas (poliéster + pigmento preto + película protetora). A película proterora possui micros furos (geralmente 1 ou 2 furos) permitindo a saída de ar entre as camadas no momento da afinação. Possuem alta resistência e sonoridade aveludada, pendendo do médio-grave ao grave.

5 - VAH Goat Series - Pele de Cabra:

Assim como as peles de peixe, é uma das mais indicadas para uso em gravações graças à vibração e sonoridade naturais que produz. Sonoridade situada entre o médio -agudo, médio-grave e grave.

6- VAH Fiber Series - Pele Fibrosa:

Trata-se de uma evolução nas peles sintéticas para Tabla ou Derbake. Super resistentes, é constituida por fibras especiais de poliéstar. Possuem sonoridade extremamente balanceada, situando-se entre os tons grave, médio-grave, médio-agudo e agudo.

7- VAH Sky Tone Series - Pele com revestimento : É a pele cristal modificada através do uso de uma película especial interna, que faz lembrar as núvens do céu ou nevoeiro. Excelentes agudos, médio-agudos e médios-graves na sua sonoridade.

8- VAH Coated Prime Series - Porosas: São peles especiais contento um tratamento sobre a película. Possuem sonoridade bastante clara e limpa, com ótimos agudos, médio-agudos e médios-graves.

 

A Doholla: Seu breve histórico no Brasil e outras curiosidades.

Original Doholla em cerâmica e pele de cabra: Melhor ressonância e extraordinário baixo profundo.

A primeira Doholla do Brasil que temos conhecimento, fora confeccionada pelo pioneiro Fuad Haidamus em meados de 1983. Fora feita em cerâmica e pele de cabrito colada. Esse instrumento não fora utilizado em shows ou gravações. Possuia porte pequeno e relativamente leve, porém, com uma abertura bocal considerável o que proporcionava um som relativamente grave.

A Doholla, principal instrumento de base na percussão libanesa, ainda é um instrumento bastante desconhecido no Brasil e, também, em muitos outros países da América Latina. Já existem no mercado Dohollas modernizadas, ou seja, em corpo de alumínio e pele de nylon.

Existem muitas explicações que equivocadamente pregam que a Doholla é um instrumento igual ao Derbakke, porém, maior. Esse tipo de afirmação pode gerar um entendimento confuso. A Doholla se assemelha ao Derbakke, possuindo um diâmetro bocal bem superior.

Outra dica que também serve de alerta é a equívoca afirmação de que "atualmente, a Doholla é confeccionada em alumínio fundido e pele sintética". Atualmente, a Doholla é confeccionada ainda na sua versão tradicional, em cerâmica e pele de cabra e, também, numa versão moderna, em alumínio e pele sintética.

Uma outra questão importante é entendermos o sentido da expressão "baixo profundo". O que é isso exatamente ? Simples ! É o som ou a nota grave (baixo), que se diferencia nitidamente das demais notas graves tocadas (profundo). Dá-se certamente uma tridimensionalidade à percussão.

As Dohollas devem ser sempre afinadas ao máximo (assim como as Derbakkes) para a produção de uma vibração correta. É o diâmetro bocal que irá estabelecer o timbre grave e não uma pele mal afinada, que pode produzir um prolongamente demasiado na vibração.

Muitos confundem a Doholla com a Darbukka Extra Large (extraordinariamente grande) feita sob os moldes e estilo turco, com corpo mais afilado e parafusos de afinação expostos ao redor do aro. Vários percussionistas substituem a Doholla pelo Djembe - instrumento africano em madeira e pele de cabra ou antílope, que também possui um som bastante grave mas perceptivelmente diversificado do som de uma Doholla em cerâmica, por exemplo.

É certo que a produção desse instrumento no estilo tradicional dirimiu significativamente. Encontrar uma Doholla em cerâmica bem preparada, pele de cabra e em formato perfeito é algo muito raro, até mesmo nos países árabes. Sua confecção em alumínio é mais simplificada e fácil graças ao uso de fôrmas específicas.

É correta afirmação de que a Doholla de alumínio fundido é melhor que a sua versão tradicional em cerâmica e pele de cabra ? Bem, a Doholla em alumínio é, sem dúvida alguma, sinônimo de comodidade em muitos aspectos, mas perde significativamente em termo de qualidade sonora se comparada a sua versão tradicional. Vejamos o quadro abaixo:

 

Doholla em Alumínio e pele sintética (nylon)

Doholla em cerâmica e pele de cabra

   
O corpo em alumínio a torna mais leve e resistente, sendo muito mais fácil o transporte. O corpo em cerâmica a torna bastante pesada, frágil e de difícil transporte.
   
Sua pele sintética não sofre influências climáticas, permanecendo afinada sempre. Sua pele sofre influências climáticas, necessitando de lâmpadas para se manter afinada.
   

Possui ressonância artificializada e estridente.

Possui excelente ressonância, suave a natural.
   
Seu "Dum" possui escala de profundidade pouco satisfatória devido aos materias usados na confecção desse instrumento. Seu corpo em cerâmica e a pele natural, favorece um excelente "Dum" (batida grave) com incríveis profundidades sonoras.
   

Ideal para shows.

Ideal para shows e gravações

 

Devemos ter em mente que a Doholla é um instrumento de base e, por essa razão, é imprescindível que seu som seja grave o bastante para estabelecer um "cheio de fundo" conhecido nos melhores e mais diversificados solos de percussão.

Uma outra dica importante é saber como reconhecer a boa sonoridade desse instrumento. A vibração sonora do "Dum" precisa ser evidentemente grave mas não pode se estender demasiadamente ou, então, ser muito curta; o correto seria o meio termo. As Dohollas em alumínio apresentam, também, uma certa deficiência nesse sentido.

 

Dicas interessantes sobre como usar uma lâmpada para aquecer e afinar Derbakke ou Daff tradicional.

Conjunto de músicos libaneses tocam para Bailarina em Baalbek - Foto da década de 80.

Muitos me perguntam se existe alguma lâmpada específica para ser utilizada na afinação dos Derbakkes tradicionais ou se podemos usar qualquer lâmpada incandescente.

Bem, para utilizarmos com segurança uma lâmpada para afinar Derbakke tradicional, ou seja, em pele animal, é necessário observamos alguns pontos importantes pois, se assim não for feito, danos ao instrumento poderá eventualmente acontecer.

Antes da utilização do suporte embutido, idealizado pelo pioneiro da percussão árabe no Brasil, que o possibilitava afinar o instrumento concomitantemente à apresentação, Fuad Haidamus utilizava duas Derbakkes, ou seja, enquanto utilizava um instrumento, o outro ficava na reserva afinando. Quando o instrumento que estava tocando perdia a afinação, geralmente após duas ou três músicas depedendo da umidade do ambiente, fazia-se a troca. Essa prática perdurou nos shows até a criação do suporte especial que era fixado no interior do instrumento.

A lâmpada não pode ser de grande potência ( no máximo 40 wats, dependendo do couro ). A evaporação da umidade contida no couro deve ser feita gradativamente. Lâmpadas que propagam grande calor podem queimar a membrana do instrumento.

O correto é manter a pele do instrumento em temperatura morna. O calor produzido deve ser facilmente suportável à nossa pele. A temperatura deve ser sempre, sempre agradável e facilmente tolerada.

O tempo que um instrumento leva para ficar totalmente afinado varia muito. Vai depender, evidentemente, da umidade do ar no momento, da grossura da membrana de couro, e do calor produzido para a evaporação dessa umidade. Em média dura 15 minutos, mas pode ultrapassar a marca de 30 minutos (em dias bem úmidos). Vale aqui lembrar que em dias de grande umidade (chuva), o couro nunca atingirá sua afinação máxima.

Secar pele de Daff com o secador de cabelos não nos parece uma boa idéia. O secador sopra vento quente mas úmido (umidade contida no ar). O couro continuará recebendo e absorvendo umidade (não atingirá a afinação máxima).

Ao contrário do que muitos acreditam, o Daff em pele de peixe possui sonoridade superior aos de pele de nylon, sendo o mais indicado para gravações.

Importante: No caso de Derbakke ou Daff em pele de peixe, optamos, em Stúdio, por um sistema mais seguro, onde há a possibilidade de se controlar melhor o calor propagado, evitando, assim, qualquer possibilidade de danos à membrana fina. Deixaremos a análise desse ponto para uma outra oportunidade.

Curiosamente, Fuad Haidamus usava calor da lâmpada em Derbakkes revestidos de pele de bode. Lembremos sempre que quanto mais grossa for a pele utilizada, maior será a quantidade de umidade absorvida; mais difícil e prolongada será a evaporação dessa umidade.

 

Dicas importantes para a compra de instrumento de percussão árabe.

Todos sabemos que a percussão árabe é bastante complexa tanto em ritmos quanto na quantidade de instrumentos. Como se isso não bastasse, há também a problemática em relação aos nomes que identificam cada instrumento no mundo árabe.

Certa vez nos perguntaram se as Darbukas confeccionadas por indústrias de instrumentos musicais aqui no Brasil ou na América Latina são os mesmos instrumentos importados do Egito, Líbano e Síria. Bem, infelizmente não. Pela informação que temos, não existe nenhuma indústria de instrumentos musicais no Ocidente que produza uma genuína Derbakke, salvo a Meinl que produz darbukas turcas e derbakkes em alumínio fundido e revestimento de vinyl.

Esses instrumentos, produzidos todos nos países árabes, devem ser comprados aqui no Brasil em lojas especializadas.

Explicaremos de forma mais técnica, como funciona a questão da nomenclatura dos instrumentos.

Derbakke ou Tabla

É a Tabla de origem árabe. Ocidentalmente, costumam também chamar esse instrumento de Darbouka ou Doumbek. Sua versão em alumínio, surgida na década dos anos 80, tem como característica parafusos de afinação embutidos na borda do instrumento.

Tabla também é o nome de outro importante instrumento pertencente à percussão da Índia.

A Darbuka ou Darbouka

Quando falamos em Darbuka estamos nos referindo, geralmente, ao tambor confeccionada na Turquia ou, então, ao estilo turco. Esse instrumento possui corpo niquelado e suas tarraxas de afinação não são embutidas na borda do instrumento. Há também a versão desse instrumento em tamanho grande, conhecido internacionalmente pelo nome de Darbuka Extra Large. Muitos confundem este instrumento com a Doholla, que é a versão maior do Derbakke ou Tabla. Darbuka Extra Large e Doholla são, portanto, instrumentos totalmente distintos.

Ao contrário do que muitos pensam, a Darbuka Turca não é um instrumento de origem árabe. Lembramos que a Turquia não faz parte do rol de paises árabes, assim como o Irã. Há percussionistas que não consideram a Darbuka uma variante da Tabla Egípcia.

Ressaltamos que a Derbakke ou Tabla também pode ser conhecida no ocidente pelo nome de Darbuka ou Darbouka.

O Daff ou Duff.

No Líbano e Síria, Daff é o nome que representa o pandeiro tenor de cinco címbalos duplos. No Egito, Daff representa o pandeiro largo e sem címbalos tocado geralmente por Beduínos em suas canções folcloristas. No Líbano e Síria, é conhecido tradicionalmente pelo nome de Mazhar. Geralmente os instrumentos de maior tamanho, recebem o nome de Bendir, isso tanto no Egito quanto no Líbano e Síria.

A Mazhar, Muzhar ou Massar.

No Egito, a Mazhar nada mais é do que um Daff ou Duff ou, então, um Bendir dotado de címbalos, ou, num conceito mais moderno, de platinelas.

Os Snujs

Intrumento bastante usado pelas Bailarinas de Dança do Ventre. No Líbano são chamados de Snujs; no Egito, por sua vez, recebem o nome de Sagat.

O Riqq/Daff

É o mesmo instrumento conhecido no Líbano pelo nome de Daff. Riqq é o nome que recebe no Egito.

Essas são algumas considerações rápidas e esperamos que possa ajudar na hora da compra.

 

Considerações sobre metodologia para o estudo da Derbakke.

É sabido que o método de se ensinar percussão árabe pode variar de professor para professor. Tanto no Brasil quanto no exterior, há milhares de métodos e formas empregados. Vamos aqui traçar alguns subsídios importantes para a elaboração de um método realmente eficaz.

Um ponto pouco mencionado, e que não poderemos deixar de aludir logo de início, é a questão do ambiente apropriado para se ensinar percussão. Infelizmente, nem todos possuem tal preocupação. Em opinião particular, devemos sempre preferir as chamadas salas secas, ou seja, salas que possuem pouca ou nenhuma reverberação. O aluno consegue ouvir melhor o que está tocando, percebendo melhor a vibração e a tonalidade de cada batida percussiva. Em percussão árabe isso é de fundamental importância, mesmo em estudos ainda prematuros.

Uma familiarização geral é imprescindível. Geralmente costuma-se dar grande ênfase ao Derbakke, esquecendo-se de fazer qualquer alusão sobre os outros instrumentos. Posicionamento do instrumento e postura do instrumentista, posicionamento correto das mãos e conhecimento das zonas sonoras da Derbakke.

Passaremos a treinar auditivamente o que chamo de percepção bruta das tonalidades sônicas ou sonoras ( agudo, médio e grave ). Costumo dizer que são as três cores primárias, das quais o artista partirá à criação das nuances (gradação das batidas, no nosso caso). Vamos entender e saber diferenciar o som fraco de um som forte, um som baixo de um som alto. A isso damos o nome de estudo da "Qualidade dos sons".

Antes de iniciarmos os estudos dos ritmos principais que compõem a música árabe, se faz necessário abordar alguns princípios de teoria geral do ritmo, entendendo o que é um ritmo propriamente dito e como ele é construído. Assim, devemos estabelecer algumas considerações sobre os compassos rítmicos em geral (2/4, 4/4, 11/8 etc..), conhecendo sua classificação temporal de acordo com a contagem de suas batidas ( Consideração métrica: Compasso Binário, Compasso Ternário, Compasso Quaternário, Compasso Alternado; Consideração pelas notas: Compasso Simples e Compasso Composto ). Isso é o básico para o conhecimento inicial de todo percussionista.

Pois bem, feita todas as considerações supracitadas até então, é o momento de começarmos a abordar sobre os principais ritmos que compõem a música árabe. Aqui, iniciaremos trabalhando em conjunto dois elementos primórdios: 1 - percepção rítmica fina, potencializando a capacidade auditiva do aluno e sua sensibilidade interpretativa e 2 - a técnica correta para se executar ou interpretar tal ritmo, tomando sempre como base o que nos é transmitido através da escola clássica egípcia ou, então, da libanesa (Prefiro, em particular, a clássica egípcia pela tradicionalidade).

Ao abordarmos sobre alguns desses principais ritmos, é imprescindível estabelecermos alguns conceitos sobre o significado da expressão andamento rítmico, bem como sua classificação. Uma breve análise didática sobre o relacionamento entre as expressões andamento, ritmo e velocidade, se faz necessário (velocidade = andamento) .

Nesse ponto, o aluno deverá aprender a usar o metrônomo, conhecendo a importância de sua utilização na percussão não apenas árabe, mas mundial. Isso é necessário para que o aluno possa ter condições de praticar com segurança aquilo que aprendeu em sala de aula. Não indique metrônomos mecânicos, pois podem apresentar pequenas falhas.

Técnicas de relaxamento são importantes ? Sim ! O estado emocional de um percussionista pode facilmente influenciar seus estudos e trabalhos. O relaxamento deve ser mental e corpóreo, pendendo sempre a aguçar a sensibilidade rítmica.

O estudo dos encaixes rítmicos ou combinações rítmicas, importantíssimos pra a realização do solo de tabla, devem ser praticados SEMPRE sob auxílio de um metrônomo. Aqui, analisaremos os mais diversificados enfeites de transição rítmica, aprendendo a forma correta de realizá-los com maior e melhor precisão. Esses são apenas alguns dos principais pontos que, em opinião particular, um bom método de ensino deve conter.